quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Quem disse que é preciso focar nos pontos fracos?



Avaliações fazem parte da vida. Dos boletins da vida acadêmica, testes de desempenho em empresas, feedback de clientes até aquela cara de "não faça isso" que sua mãe fazia quando você era criança. Receber retorno sobre nossas qualificações e atividades é útil, e especialmente importante para aqueles que buscam sempre mudar para melhor.
Nesse artigo, quero chamar a atenção para uma consequência bastante natural e pouco discutida sobre tais avaliações, sejam de pessoas, grupos ou empresas.
Tente lembrar da última vez que você recebeu uma avaliação. Provavelmente você viu ali um punhado de habilidades ou características, com algumas marcadas como acima da média (ou positivas), outras na média, e outras negativas.



Digamos que você foi recebido pela sua chefe e aprendeu que, apesar de sua capacidade analítica e conhecimento técnico terem tirado elogios dela e de seus colegas, foi apontada uma deficiência em suas "habilidades com pessoas". Ao que parece, você não é a alma da festa em uma festa de trabalho.
Qual a conclusão da reunião? "você devia trabalhar um pouco nisso", sua chefe sugere com a maior boa vontade do mundo. Nos próximos dias, você que sempre foi introvertido, se pega tentando acompanhar a vida social de alguns colegas. Fazendo um esforço para ser menos introvertido e melhorar aquela deficiência apontada em você.
O mesmo ocorre em diversas áreas: Se um aluno se destaca em matemática mas fica apenas na média em história, é hora dele se dedicar mais a história. Se você se sai otimamente bem em finanças mas não tem a mínima paciência para estratégia, é hora de abandonar um pouco os números e estudar a matéria em que você é medíocre.
Mas será que realmente, essa é a melhor aplicação do nosso tempo e esforço?
Como seres humanos que somos, nossa tendência sempre é querer consertar o que está ruim. Recebemos um feedback que somos bons em X e ruins em Y, e o que vemos é um grande Y brilhando nos apontando no que somos ruins. Focamos nossos esforços em melhorar aquilo.
Pensando bem, será que não estamos fazendo as coisas ao contrário? Um aluno que apresenta um desempenho altíssimo em matemática realmente deveria estar se preocupando em ser algo além da média em história? Um profissional com grande habilidade técnica deveria se preocupar com sua falta de capacidade de liderança?
O que aconteceria se o aluno que é ótimo em matemática realmente focasse seus esforços ali? O que aconteceria se um profissional realmente bom no que faz resolva deixar a parte mais "humana" do negócio a algum colega que leve mais jeito para a coisa?
Ouso dizer que, no longo prazo, essas pessoas se destacariam. Seriam o tipo de estrelas que toda equipe quer ter à mão quando tem uma dificuldade em sua especialidade.
Quando focamos nossas tentativas de melhora nos pontos fracos, podemos até ter uma melhora, mas essa melhora vem com um preço: Estamos nos tornando mais iguais a média. E nos esforçando para isso.
Quando focamos no que somos realmente bons, no que gostamos de fazer e fazemos com maestria, o esforço vem com a vantagem de nos diferenciar. Além disso, sensação de esforço de realizar algo que realmente se goste é muito menor do que forçar algo diferente. O introvertido pode preferir ler um bom livro a participar do happy hour no escritório.
Note que há situações em que o ponto fraco é tão ruim que chega a ser debilitante. É diferente ser introvertido do que ser grosso e arrogante. A grande questão é que, uma vez que tal barreira fique para trás, por que nos preocupar tanto em melhorar aquilo que não somos bons?
Que tal melhorar ainda mais aqueles pontos em que somos bons? talvez isso te torne melhor ainda. Talvez isso te torne um profissional fantástico, uma estrela em sua área.
Nunca ouvi falar de alguém ser reconhecido por ser o melhor profissional "na média" em sua profissão. Profissionais de alto desempenho se destacam em algo. Mas, quando dizemos que o que está bom já é suficiente e precisamos melhorar o que é ruim, estamos indo cada vez mais em direção à média. Partindo do princípio que nossa capacidade de mudar é limitada (o que é bastante realista), utilizar nossa capacidade de mudar para nos tornar mais próximos da média pode não ser a melhor estratégia.
Quem realmente se destaca é bom em atividades específicas. Pontos fracos sempre vão existir, mas felizmente sempre existem bons profissionais capazes de suprir tais faltas.
Então, da próxima vez que receber uma avaliação, avalie se seus pontos fracos são prejudiciais, mas olhe também seus pontos fortes. Não parta do princípio de que o que já está bom não precisa mudar. Talvez o melhor a fazer seja trabalhar para tornar o bom melhor ainda.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA



escrito em domingo 16 agosto 2009 13:23

Os 5 princípios fundamentais da Administração Pública estão arrolados na Constituição Federal art. 37 e são os seguintes:
1. LEGALIDADE: a administração está sujeita a lei
 No ãmbito das atuações exprime a supremacia da lei sobre os atos e medidas administrativas,, Mediante a submissão da Administração à lei, o poder torna-se objetivado; obedecer à Administração é o mesmo que obedecer à lei, não à vontade instável da autoridade. Daí um sentido de garantia, certeza jurídica e limitação do poder contido nessa concepção do princípio da legalidade administrativa.
 2. MORALIDADE: a administração não pode desprezar o ético (probidade)
Na linguagem comum, probidade equivale à honestidade, honradez, integridade de caráter, retidão. A improbidade administrativa tem um sentido forte de conduta que lese o erário público, que importe em enriquecimento ilícito ou proveito próprio ou de outrem no exercício de mandato, cargo, função, emprego público.
3. IMPESSOALIDADE: evitar o favoritismo ou privilégios, o interesse público é norteador.
No entender de Celso Antônio Bandeira de Mello, impessoalidade “traduz a idéia de que aAdministração tem que tratar a todos os administrados sem discriminações, benéficas ou detrimentosas... O princípio em causa não é senão o próprio princípio da legalidade ou isonomia”(Elementos de direito administrativo, 1992, p. 60) Os aspectos apontados acima representam ângulo diversos do intuito essencial de impedir que fatores pessoais, subjetivos sejam os verdadeiros móveis e fins das atividades administrativas.
4. PUBLICIDADE: divulgação dos atos ao público
 A Constituição de 1988 alinha-se a essa tendência de publicidade ampla a reger as atividades da Administração, invertendo a regra do segredo e do oculto que predominava. O princípio da publicidade vigora para todos os setores e todos os âmbitos da atividade administrativa. Um dos desdobramentos desse princípio encontra-se no inc. XXXIII do art. 5.', que reconhece a todos o direito de receber, dos órgãos públicos, informações do seu interesse particular
5. EFICIÊNCIA: administração com qualidade (a partir da EC 19)
 A Eficiência é princípio que norteia toda a atuação da Administração Pública. O vocábulo liga-se à idéia de ação, para produzir resultado de modo rápido e preciso. Associado à Administração Pública, o princípio da eficiência determina que a Administração deve agir, de modo rápido e preciso, para produzir resultados que satisfaçam as necessidades da população. Eficiência contrapõe-se à lentidão, ao descaso, à negligência, à omissão - características habituais da Administração Pública brasileira, com raras exceções.
 TODO CIDADÃO DEVERIA CONHECER ESTES PRINCÍPIOS, JÁ QUE, APARENTEMENTE, NOSSOS POLÍTICOS NÃO OS CONHECEM, E SE CONHECEM NÃO OS PRATICAM.
VAMOS FICAR DE OLHO!!

sábado, 17 de novembro de 2012

A (Des)Motivação no Ambiente Acadêmico



Esse texto trata da (des)motivação pelo qual passamos na faculdade e como podemos lidar com isto.

Se você entra na faculdade é porque você tem expectativas e objetivos, certo? Tais como: “fazer a diferença”,tirar notas altas, iniciação científica e por aí vai;porém,como seres humanos,estamos suscetíveis a desmotivação que se apresenta diante das dificuldades apresentadas pela faculdade, por exemplo, quando surgem as notas baixas, falta tempo para estudar e ainda temos que nos preocupar com o curso de inglês( afinal, quem“ não fala em inglês “ hoje em dia diante da globalização,né?),informática e outros que o mercado sisma em dizer que temos que ter(temos mesmo ?)!
 Para piorar, diante da correria do dia a dia andamos sem tempo para sofrer , para pensar nos nossos problemas, afinal, você tem que estudar para as provas da faculdade ( certo?).
São nesses momentos que sentimos falta de alguém que nos direcione, que nos diga quais caminhos seguir mas, principalmente, quais não seguir! A faculdade costuma oferecer muitas oportunidades, afinal,quem sabe se o seu colega de classe não será seu futuro sócio? Ou se aquele professor que você tanto odeia não venha a ser seu orientador em uma possível iniciação científica.
Porém, o maior problema, é a falta de motivação, aquilo que nos move a atingir nossos objetivos, que nos faz levantar da cama logo de manhã e acreditar que podemos sim fazer a diferença!São/ nesses momentos de desmotivação que devemos nos acalmar e relaxar- entende-se aqui que relaxar não significa fugir dos problemas-,e devemos buscar formas de nos motivar( uma das formas que eu uso para me motivar é assistir ao vídeos da Bel Pesce no youtube, são realmente motivadores! Assista! ) para termos forças para enfrentar os “ leões “ que temos que matar todos os dias na faculdade. 
É necessário que enfrentemos os problemas de frente, uma forma é recorrendo a amigos e pessoas que passam ou já passaram por situações semelhantes a nossa ( pessoas que estão de fora da nossa situação costumam ter outra visão do nosso “ ENORME problema”).
Além disso, devemos passar mais tempo praticando do que planejando ( quantas vezes você já fez vários planos seja para “ estudar melhor” ou , simplesmente,estudar , mas logo quando as aulas começam você falhou ? ).
Portanto,devemos nos conscientizar de que nossos problemas não são os MAIORES do mundo e que esses podem sim, com muito esforço e planejamento, serem resolvidos!E quando tudo parecer perdido, lembre-se do tanto que você já lutou para estar aqui. Não abra mão de tudo que você já fez para estar onde está. E você, o que faz para enfrentar as dificuldades diárias da faculdade ?#Pensenisso

10 Dicas que geram o Sucesso de uma Empresa



Algumas dicas para investir na empresa. Dicas que geram sucesso, dicas sobre investimento pessoas e social dentro de uma organização.
Dentre os fatores que levam uma organização ao sucesso. O aspecto socio-pessoal é enfatizado neste artigo.
As dicas abaixo ajudam às empresas a ser organizarem e ter bons resultados o Pessoal e Social.
1. Investir nos colaboradores: pagar o salário do colaborador não é investir no colaborador. É comum encontrar empresários que dizem investir em colaboradores porque pagam salários para eles, isso é um engano, pois investimento em colaboradores envolve muitas coisas e o salário é apenas um direito dele.
Investimento em pessoal é: montar projetos e campanhas de melhorias pessoais e profissionais. É incentivar a estudos e qualificações. Investimentos que façam com que o colaborador se sinta faça parte da família, sinta que seja uma pessoa importante. Todos os investimentos apostados nos colaboradores retornam em qualidade no trabalho. Entretanto, a organização precisa saber se cada colaborador tem o perfil adequado para dar o retorno de todo o investimento posto nele.
A empresa precisa demonstrar as oportunidades de carreira que cada colaborador pode ter dentro da empresa. Os colaboradores precisam ser reconhecidos e retribuídos de acordo com seu valor dentro da organização.
2. Criar um ambiente positivo: o ambiente é um dos fatores mais importantes para o sucesso de uma empresa. Quando a empresa não promove um clima de bem estar ela gera resultados como: altas taxas de incidências de demissões e afastamentos, discussões freqüentes entres colaboradores, queda na produção, produtos e serviços de baixa qualidade.
3. Criar situações que influência o colaborador a seu favor: a sociedade é influenciada pela sociedade. Em ambientes empresarias as pessoas que mais se destacam influenciam as demais. As pessoas são influenciadas pela maioria, são influenciadas pelas pessoas persuasivas. As forças sociais moldam as opiniões e atitudes das pessoas, assim é explicado no experimento da conformidade de Solomon Asch. É um experimento que prova que as pessoas são influenciadas pelas forças e opiniões externas.
4. Contratar colaboradores adequados: encontrar pessoas adequadas à realidade da empresa é um trabalho árduo, mas compensador. É muito importante investir em um processo de seleção bem estruturada, bem definido porque nesta fase a organização é capaz de estimar se o candidato trará mais prejuízos ou lucros. Na seleção devem ser priorizados aspectos como: qualificações, criatividade, lógica, racionalidade, personalidade, autenticidade e comportamento. E como saber? Através do currículo, de referências distintas, de redes sociais, cartas de recomendações, histórico escolar, até mesmo histórico médico, este poucas vezes investigado, no entanto, é possível fazer uma análise de que tipos de problemas o candidato pode trazer. Outro método muito interessante é a grafologia, estudo da personalidade através da escrita.
5. Manter coerência: a empresa precisa estabelecer regras, métodos, metodologias, processos, diretrizes e/ou normas coerentes com a realidade e valores da organização e das pessoas. É preciso haver decisões estáveis e coerentes que proporcionem benefícios tanto para a empresa quanto para os colaboradores.
6. Visão do futuro: a empresa precisar estar de olho nas tendências, nas perspectivas de vida e crescimento tanto dos colaboradores para a empresa, quanto da empresa para o mercado.
7. Promover a boa comunicação e feedback constante: todos os princípios, valores, missões e visões da empresa precisam ser compartilhadas e alinhadas com todos os envolvidos (fornecedores, clientes, colaboradores, terceirizados, etc) para que todos possam caminhar na mesma linha raciocínio, comportamento e decisões. É preciso haver um meio de comunicação permanente e estável, formal e informal.
As pessoas precisam ter um acesso contínuo a todas as informações necessárias para realizar seu trabalho;
8. Trabalhar com grupos pequenos: a inter-relação entre as pessoas dentro de um grupo pequeno é mais estável, mais positivo e mais produtivo. Quanto maior a quantidade de pessoas dentro de um grupo maiores serão as chances de problemas, discordâncias, desafetos. Quanto menor o tamanho dos grupos menor a proporção de influências dentro do grupo, também comprovado na experiência da conformidade de Solomon Asch. Se a empresa tem muitos colaborares é possível existir um método de subdivisão em pequenas equipes dentro de departamento de acordo com a realidade da organização. Equipes grandes são contraproducentes dentro de âmbito empresarial.
9. Proporcionar qualidade: a qualidade deve ser proporcionada, disponibilizada e doada na mesma medida de exigência da qualidade em produtos e serviços. Uma empresa que exige boa qualidade nos produtos e que não proporcionam qualidade para os colaboradores vai de encontro ao item 5- Manter Coerência. Toda empresa precisa ter muito cuidado para não deixar que um ditado comum seja um princípio dela. Toda empresa que aspira ao sucesso deve se manter longe do ditado popular "Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço". Se esse ditado possuir grandes dimensões dentro da organização ela pode ser avaliada com a dica da influência, os colaboradores serão influenciados a fazer o que as pessoas fazem e não o que as pessoas dizem;
10. Abrir um espaço dentro da empresa para os colaboradores: todas as empresas que visam o sucesso deveriam ter um departamento em onde o colaborador pudesse opinar, dar idéias, criticar, pedir benefícios, sugerir melhorias - chamados de recursos. Nesse departamento ele teria toda liberdade para falar o que quiser, seria uma espaço COLABORADOR, entretanto, tudo seria avaliado por uma banca de pelo menos 3 profissionais (2 psicólogos e 1 pedagogo). Pedagogo? Sim, pois uma empresa é uma escola, é uma família e o papel do pedagogo seria de suma importância.
A banca analisa todos os recursos e filtra o que realmente agrega valor à empresa, a todos os colaboradores e aos envolvidos;
Existem vários outros fatores que contribuem para o sucesso de uma empresa: marketing, propaganda, clientes, produtos, praça.
Uma empresa com um plano de negócio, plano de continência, plano de carreira, plano de mercado possui probabilidades muito altas de chegar ao Sucesso.