FUNAI joga índios
contra “brancos” e coloca o Araguaia na mira das ONGs
Você já imaginou uma guerra entre “brancos” e índios? Não? Pois é hora de começar a pensar seriamente no assunto, ainda mais se você mora na região Nordeste do Estado de Mato Grosso que compreende todo o Vale do Araguaia, principalmente no Norte Araguaia, e na região Norte do Estado nas cidades que fazem limite com o Parque Nacional do Xingu.
Na calada da Noite, debaixo dos nossos narizes ONGs Internacionais com interesses dúbios, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Pastoral da Terra e Igreja Católica com o apoio do Emérito Bispo Espanhol Dom Pedro Casadáliga, influenciam indígenas e em carros da própria FUNAI varrem essas regiões em busca de vestígios e indícios (até criam esses vestígios) de aldeias indígenas remotas que existiam na região outrora.
A idéia é criar uma confederação indígena multiétnica, isto é, criar um verdadeiro país para os índios, um acordo assinado pelos países das Organizações das Nações Unidas (ONU) em Genebra (Suíça) em 2006 que rege sobre os direitos dos povos indígenas concede aos índios amplos poderes de autonomia sobre as terras dando-lhes prerrogativas de Estado, a Declaração teve voto favorável do Brasil pelo então presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva, venerado pelos indígenas como o melhor presidente da história do país.
Com as novas demarcações que estão para acontecerem principalmente no Norte Araguaia, os índios que hoje já possuem uma área estimada em 5.280.845 hectares de reserva indígena que totaliza 24 reservas nessa pequena porção do Estado de Mato Grosso, que se dividida entre os 16.543 indivíduos que moram na área daria 319,6 hectares (muito mais que a maioria dos trabalhadores da agricultura familiar possui hoje no Brasil).
Estudos do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e da Companhia Mato-grossense de Mineração (METAMAT) revela uma região com o subsolo rico em metais preciosos, em Nova Xavantina a presença de Ouro e Calcário; de jaspelito em Cocalinho (onde já é tradicional a moagem de calcário); de rochas ornamentais em Confresa; de rochas ornamentais e ametistas em Vila Rica; de caulim em Santa Cruz do Xingu; de ouro, chumbo, galena, cobre e pedras coradas em Peixoto de Azevedo, Matupá e Guarantã do Norte; de ouro e granito em Marcelândia; de diamante, argila para artesanato e maior fonte de águas termais do Brasil em General Carneiro; de águas termais, rochas ornamentais e diamante em Barra do Garças e Pontal do Araguaia e de diamante em Campinápolis.
Além da riqueza presente no Subsolo a região é rica no ecoturismo, pois banhada por dois importantes rios que são o Rio Araguaia e Rio Xingu e seus afluentes e tem a mística Serra do Roncador que inspirou os filmes de Indiana Jones em Hollywood, a riqueza é imensurável e com o apoio de artistas como Gisele Bündchen, o musico e ator inglês, Sting e vários artistas globais que fazem parte de ONGs internacionais a FUNAI na calada da noite coloca o plano em ação criar uma “Grande Nação Xavante”, ou em outras palavras um grande país indígena dentro do Brasil.
Com um subsolo rico, um solo agricultável e uma turismo invejável as ONGs com seus interesses podem muito bem influenciar os índios depois do plano sacramentado a “emprestar” ou “arrendar” sua terras em troca de alguns “trocados”, tudo é possível nessa guerra que está começando na calada da noite, com inimigos que às vezes parecem invisíveis e ameaça a segurança nacional, os ruralistas pedem aos parlamentares a urgência na votação da PEC 215 para barrar a criação desordenada de reservas indígenas e que o assunto teria que passar pela Câmara Federal, mas até então todos estão quietos e calados diante de tudo que vem acontecendo.
Se não paralisar tudo isso o plano de uma Grande Nação Xavante será sacramentado e cidades inteiras serão devastadas e muitos darão o próprio sangue, a exemplo do que vem ocorrendo na área em Conflito da Suiá-Missú com a criação da reserva Marãiwtese. Cidades como Nova Nazará e Santa Cruz do Xingu serão as primeiras a sumirem do mapa com a criação de novas reservas se não houver ação, mobilização e clemência por parte das autoridades federais e olho bem aberto por parte da população. (Com informações da Revista MTaqui, www.mtaquionline.com.br, e o jornalista Eduardo Gomes de Andrade).
Você já imaginou uma guerra entre “brancos” e índios? Não? Pois é hora de começar a pensar seriamente no assunto, ainda mais se você mora na região Nordeste do Estado de Mato Grosso que compreende todo o Vale do Araguaia, principalmente no Norte Araguaia, e na região Norte do Estado nas cidades que fazem limite com o Parque Nacional do Xingu.
Na calada da Noite, debaixo dos nossos narizes ONGs Internacionais com interesses dúbios, a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Pastoral da Terra e Igreja Católica com o apoio do Emérito Bispo Espanhol Dom Pedro Casadáliga, influenciam indígenas e em carros da própria FUNAI varrem essas regiões em busca de vestígios e indícios (até criam esses vestígios) de aldeias indígenas remotas que existiam na região outrora.
A idéia é criar uma confederação indígena multiétnica, isto é, criar um verdadeiro país para os índios, um acordo assinado pelos países das Organizações das Nações Unidas (ONU) em Genebra (Suíça) em 2006 que rege sobre os direitos dos povos indígenas concede aos índios amplos poderes de autonomia sobre as terras dando-lhes prerrogativas de Estado, a Declaração teve voto favorável do Brasil pelo então presidente da república Luiz Inácio Lula da Silva, venerado pelos indígenas como o melhor presidente da história do país.
Com as novas demarcações que estão para acontecerem principalmente no Norte Araguaia, os índios que hoje já possuem uma área estimada em 5.280.845 hectares de reserva indígena que totaliza 24 reservas nessa pequena porção do Estado de Mato Grosso, que se dividida entre os 16.543 indivíduos que moram na área daria 319,6 hectares (muito mais que a maioria dos trabalhadores da agricultura familiar possui hoje no Brasil).
Estudos do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e da Companhia Mato-grossense de Mineração (METAMAT) revela uma região com o subsolo rico em metais preciosos, em Nova Xavantina a presença de Ouro e Calcário; de jaspelito em Cocalinho (onde já é tradicional a moagem de calcário); de rochas ornamentais em Confresa; de rochas ornamentais e ametistas em Vila Rica; de caulim em Santa Cruz do Xingu; de ouro, chumbo, galena, cobre e pedras coradas em Peixoto de Azevedo, Matupá e Guarantã do Norte; de ouro e granito em Marcelândia; de diamante, argila para artesanato e maior fonte de águas termais do Brasil em General Carneiro; de águas termais, rochas ornamentais e diamante em Barra do Garças e Pontal do Araguaia e de diamante em Campinápolis.
Além da riqueza presente no Subsolo a região é rica no ecoturismo, pois banhada por dois importantes rios que são o Rio Araguaia e Rio Xingu e seus afluentes e tem a mística Serra do Roncador que inspirou os filmes de Indiana Jones em Hollywood, a riqueza é imensurável e com o apoio de artistas como Gisele Bündchen, o musico e ator inglês, Sting e vários artistas globais que fazem parte de ONGs internacionais a FUNAI na calada da noite coloca o plano em ação criar uma “Grande Nação Xavante”, ou em outras palavras um grande país indígena dentro do Brasil.
Com um subsolo rico, um solo agricultável e uma turismo invejável as ONGs com seus interesses podem muito bem influenciar os índios depois do plano sacramentado a “emprestar” ou “arrendar” sua terras em troca de alguns “trocados”, tudo é possível nessa guerra que está começando na calada da noite, com inimigos que às vezes parecem invisíveis e ameaça a segurança nacional, os ruralistas pedem aos parlamentares a urgência na votação da PEC 215 para barrar a criação desordenada de reservas indígenas e que o assunto teria que passar pela Câmara Federal, mas até então todos estão quietos e calados diante de tudo que vem acontecendo.
Se não paralisar tudo isso o plano de uma Grande Nação Xavante será sacramentado e cidades inteiras serão devastadas e muitos darão o próprio sangue, a exemplo do que vem ocorrendo na área em Conflito da Suiá-Missú com a criação da reserva Marãiwtese. Cidades como Nova Nazará e Santa Cruz do Xingu serão as primeiras a sumirem do mapa com a criação de novas reservas se não houver ação, mobilização e clemência por parte das autoridades federais e olho bem aberto por parte da população. (Com informações da Revista MTaqui, www.mtaquionline.com.br, e o jornalista Eduardo Gomes de Andrade).
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